
O coração tem razões que a mente desconhece.
O coração tem sua própria dimensão do ser, que é completamente oculta para a mente.
Ele é mais elevado e mais profundo que a mente, está além de seu alcance.
Parece tolo.
O amor sempre parece tolo porque não é utilitário.
A mente é utilitária.
Para ela, todas as coisas têm algum propósito, e esse é o sentido de ser utilitária.
A mente transforma tudo em meio para atingir metas e objetivos, essa é a sua orientação.
O amor, contudo, não pode ser transformado em um meio, o que é um problema.
O amor em si é um objetivo. OSHO
Este pequeno texto do mestre indiano Osho reflete sobre o amor e a mente. A forma com a qual os dois se expressam os distingue: o amor prescinde de ter nenhuma utilidade ou propósito, a mente sobrevive por meio do seu propósito.
O amor acontece, sem motivo, sem necessidade de retorno.
No entanto, é este o amor que conhecemos? É este o amor que vivemos?
O amor como expressão de totalidade só pode assim ser, se assim for cultivado: como uma flor.
O amor como expressão da totalidade só pode ser assim ao ser descoberto a cada momento, sorvido, absorvido, cultivado.
Mas não é isto que os pais, os educadores, os governantes, a sociedade faz com o amor.Tentam controlá-lo, moldá-lo, direcioná-lo, matá-lo. Porque não há nada mais expontaneo e ousado que o amor.
Sendo assim, o amor passa a culpar-se por amar.
Sendo assim, o amor passa a não saber mais que é amor e a se imobilizar pelo medo … e começa a procurar o pedaço de si que se perdeu no outro por achar que não é mais pleno.
Ao despertar a criança, nos re-conectamos com o Divino, com nossa essência feliz. Porque o amor é a profunda expressão de Deus.
SE DESCOBRIR O AMOR, SABERÁ EXATAMENTE COMO VIVER.
Sri. AmmaBhagavan
O Toque de Unidade Deeksha das terças-feiras, por três encontros consecutivos,abordará os relacionamentos, o amor humano, o amor divino (compaixão) e a gratidão, ao focalizar a atenção no quarto chakra ou ANAHATA.
SE O TEMA TOCA O SEU CORAÇÃO,
PODE SER QUE TENHA CHEGADO A HORA DELE DESPERTAR!
PERMITA !
Namastê!
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Alinhamento |
Distorção |
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compaixão |
co – dependência |
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auto-aceitação |
limites difusos |
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equilíbrio entre dar e receber |
possessividade |
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amor fraterno |
isolamento |
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relacionamentos saudáveis |
amargura
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Maio 25, 2008 às 12:54 am
Margareth Cunha
Como participante, de carteirinha, dos encontros de 3ªs feiras (Toque da Unidade Deeksha) gostaria de dividir com vocês mais uma experiência de como tenho colhido frutos desses encontros com a Família Curarte. No 2º encontro onde trabalhamos o chacra do coração, o tema abordado foi o perdão. Foi uma experiência forte, libertadora, memórias que foram curadas, outras ainda sendo trabalhadas. Mas o que quero dividir foi:
No dia seguinte, encontrei com uma ex-gerente no elevador do meu trabalho e esta com brincadeiras hostis tentou me irritar, porém fui envolvida por uma luz branca muito forte, uma paz, como se um anjo estivesse ao meu lado e respondi-lhe com palavras amenas a sua agressão. Depois, três amigos do trabalho vieram me comprimentar pelo forma com que me comportei, porque em outras épocas eu responderia a altura. Interessante é: eu nem pensei nela no dia do trabalho … mas a cura é simplesmente alastradora.