Um mestre é sempre uma presença muito incômoda, porque espelha a parte de nós que não está sendo total; a parte que se divide e nega.

Se você está procurando um mestre, comece por dispor-se a olhar para as suas divisões, propondo-se como meta transmutá-las pelo entendimento, aceitação e desapego em êxtase, totalidade, fluxo e alegria.

A cada instante, a cada momento… não se julgue se não conseguir. Volte a propor-se: uma, duas… cem… quantas vezes forem necessárias.

Haverá um momento que isso se tornará uma proposta de vida:
ISSO É CONSCIÊNCIA; CONSCIÊNCIA EM AÇÃO.

Neste momento os portões do Paraíso estarão abertos a você.

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