Muitos rezam ‘Que seja feita a Tua vontade, e não a minha’, mas até que ponto estamos realmente preparados para cooperar para a realização de um plano que não é o nosso, mas de Hashem (Deus)? É uma constatação estatística que as congregações aumentam em época de crise. Sentindo-se abandonadas, as pessoas procuram um abrigo sob Suas asas na expectativa que esta demonstração de resignação e humildade sirva de solução para todos os problemas.

Ao entrarmos no caminho espiritual, criamos muitas expectativas sobre os benefícios que aquilo irá nos trazer. Achamos que será o fim dos nossos problemas. Logo no início, realmente sentimos alguma melhora, porém, após este momento, os problemas voltam, às vezes até em maior quantidade. As coisas nem sempre acontecem do jeito que esperamos e a nossa incapacidade de perceber as coisas como um todo pode ser um grande obstáculo.

Nesta hora muitas pessoas questionam o caminho espiritual e alguns chegam a abandoná-lo. Embora se repita ‘seja feita a Sua vontade’, o ego, de modo geral, tem os seus próprios planos, e se as coisas saem do script é muito fácil que sentimentos contraditórios de frustração, indignação, raiva, etc. despertem, piorando o que já não estava muito bom.

Isto acontece porque as pessoas não percebem o verdadeiro significado do caminho espiritual.

Hashem não pode ser comprado. Ele não necessita de nossas ofertas e orações. Tudo o que acontece ao nosso redor tem por objetivo o nosso refinamento pessoal, a extração das clipót (“cascas”) que limitam a nossa percepção da realidade como ela é.

A espiritualidade não irá resolver os nossos problemas nem diminuí-los, mas sim nos dar ferramentas para desenvolver o nosso refinamento pessoal.

Fonte: Meditação para a Contagem de Ômer, Academia de Cabalá – Mário Meir.

Queria colocar um blog hoje sobre este tema: uma chave que aciona o equilibrio do quinto chakra, chakra da garganta ou VISHUDDI – detentor do foco nos três próximos encontros de terças-feiras no CurArte.

Tenho observado em mim o sentido da audição, desde que tive a clariaudiência que este seria nosso próximo tema. O que ouço, como ouço as vibrações que me são emitidas, o que faço com o que ouço… acredito? nego? finjo que não ouvi?

Este “sussuro de Deus” está sempre tocando o homem, de muitas e diversas formas!

Apesar de desejar muito escrever algo que fosse uma referência para quem buscasse entendimento, estava muito cansada hoje após 12 horas de trabalho. Sentei próximo a Amma e Bhagavan ao chegar em casa e vi que precisava ouvir meu corpo e cuidar dele. “Apenas entre no seu e-mail e encaminhe os folders”, disse-me uma voz no meu interior. Assim fiz…

Qual a minha surpresa ao receber de um amigo que parou de fumar no curso que aplico em Furnas, o texto acima falando exatamente sobre a chave que abre a porta deste chakra.

O SENTIDO DA AUDIÇÃO está muito relacionado com a
harmonia ou distorção deste centro de energia.
OUVIR é a qualidade de perceber, de receber, de internalizar.
Nesta semana estaremos focando as questões relacionadas a audição:

como você OUVIU a sua história?
O que você necessitava OUVIR e NÃO OUVIU?
(de você mesmo, de seus pais ou de educadores, da sociedade)

Muitas das crenças são formadas a partir deste sentido interno de percepção.

A deeksha da unidade desta semana estará focada em limpar a carga negativa impressa no corpo, na mente e na vida da forma como ouvimos e acreditamos que a vida e as experiências seriam, a partir de um senso externo de julgamento e não a partir da voz interior.

NESTE MOMENTO, FIQUEI EM SILÊNCIO E UMA ONDA DE GRATIDÃO ME INVADIU!

A TUA VONTADE FOI REALIZADA!

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